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December 8, 2017

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Só o essencial

December 8, 2017

Acho grupos de whatsapp uma das coisas mais incríveis dos últimos tempos. Tirando as correntes da sorte e as vezes que você passa algumas horinhas no mundo off-line e quando retorna para o on-line tem tanta mensagem que jura, será preciso contratar alguém para ler e ouvir tudo e te fazer um resumo.

Grupos de whatsapp são capazes de aproximar as pessoas, matar a saudade e na minha opinião o mais legal de tudo é a troca enriquecedora de informações que acontece entre os participantes. Foi em um desses grupos engrandecedores que 2 amigas comentaram sobre o documentário MINIMALISM – A DOCUMENTARY ABOUT IMPORTANT THINGS, disponível no netflix.

Assisti ao documentário junto com a minha irmã e ainda extasiadas diante de tanta informação incrível apresentada no documentário, só conseguíamos repetir: “quero ter uma vida minimalista!”.
 

 

 

Mas... e o que é esse tal de minimalismo?

Posso começar dizendo que é Uma série de movimentos artísticos, culturais e até científicos originados no séc. xx que tem como base o uso de poucos elementos para a sua máxima expressão. Uma reação aos exageros da pós-modernidade. E na moda, é a construção das peças de forma mais limpa e sem excessos, que faz uso de cores e formas neutras. Está bastante ligado aos conceitos de slow fashion e consumo consciente.
 

 

O conceito de uma vida minimalista está intimamente ligado ao desapego dos excessos, ao que não nos faz bem e não nos acrescenta nadica de nada. E aí entram relações, amizades, trabalhos e também seu guarda-roupa abarrotado de peças esquecidas!

É irmos em busca de uma vida com sentido, com o tão usado mas importante, propósito. Uma vida mais simples e certamente mais feliz. Claro que a ideia não é ir colocando tudo fora, ou tirando do nosso olhar e entulhando no quartinho ou na garagem. Mas sim, descobrir o que realmente importa e nos faz feliz. E para isso não existe fórmula ou regra. Somos seres muuuito complexos e com desejos distintos. Aí vale olhar para cada peça e objeto que temos em excesso e perguntar: “essa peça realmente me faz feliz?”. Se a resposta for sim, permanece. Mas se for não, deixa ir embora e abre espaço para o novo.

 

 

O que devemos levar em conta é o desejo de liberdade e preenchimento de nós mesmas e não de coisas externas. A gente sabe que a sensação boa de comprar uma peça de roupa nova, só pelo prazer de comprar, passa muito rápido.

Ter menos roupa significa ter menos tempo gasto pensando no que usar. E aí não nos concentramos tanto nas coisas, mas nas experiências incríveis que podemos viver!
Assiste e documentário e me diz se não dá vontade de ter uma vida minimalista!

 

 

 

 

 

 

 

 

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